quinta-feira, 18 de abril de 2013

Never Give Up - Capítulo 17


Quando nossos corpos caíram ofegantes, ficamos nos olhando e sorrindo. Justin se levantou da cama colocando apenas a cueca e um sobretudo preto.
 - Onde pensa que vai? - Eu perguntei, colocando a cabeça sobre o pulso. 
- Já venho, não saia da cama! - Ele disse rindo e descendo com coisa que eu sairia da cama. Ele não demorou muito e subiu com o violão se sentou na beirada da cama se virando para mim, e sorriu e começou a tocar o violão. Me fazendo sorrir para ele e ter a certeza do que eu sempre soube, nenhum outro garoto me faria sorrir e me sentir completa como Justin Bieber fazia.
 - Jubs ... - Eu o chamei e ele me olhou ainda tocando no violão notas calmas. - Você já imaginou... Namorar ou se casar com outra mulher? Ou se nossos caminhos nos separassem? - Eu perguntei lembrando da conversa de mais cedo. 
- Não! - Ele disse. - Você já? - E perguntou. 
- Não! Mas... A sua mãe disse de uma namorada sua... E a Wendy me disse umas coisas! - Eu disse respirando fundo e fechando os olhos. 
- Minha mãe tem medo que eu me decepcione com outra garota. Mas essa minha ex namorada não chegou nem perto do que você é Caith! Naquele relacionamento só eu amei... No nosso, nós dois nos amamos! - Ele disse certo do que disse. 
- Tem razão... Nós nos amamos e só ao seu lado eu consigo ser essa boba! - Eu disse rindo. 
- Eu sei que o assunto não foi legal amor, mais esquece isso ta? Eu te amo... - Ele disse e começou a tocar uma música que eu odiava e me fez fazer careta. 
- A Justin não! Essa música é idiota e eu odeio ela! - Eu disse jogando um travesseiro nele e ele começou a cantar mais alto. Eu me sentei na cama e peguei o violão dele. 
- Hey... - Ele reclamou quando eu peguei o violão. 
- Minha vez de tocar! - Eu disse rindo. 
- Agora eu quero ver! - Ele disse sorrindo.
 - Meu professor gato pra caramba, me ensinou a tocar sabia?- Eu disse.
 - Muito gato? - Ele perguntou sorrindo maliciosamente. 
- Muito! - Eu disse e comecei a tocar e ele me olhou.
- Que música é essa? - Ele perguntou. 
- Não sabe qual é? - Eu perguntei e continuei fazendo cantando sem palavras. 
- Ainda não sei. - Ele disse rindo.
 - Sem chances minha voz é horrível eu não vou cantar! - Eu disse rindo.
 - Eu amo sua voz... E você nunca cantou para dizer que sua voz é horrivel! - Ele disse. 
- Mas eu sei que ela é horrível. - Eu disse ainda tocando. 
- Caith... Canta pra mim vai?! - Ele pediu fazendo biquinho.
 - Ta bom, mas se você rir eu paro e nunca mais canto novamente! Vou cantar uma parte só... A que eu lembro. - Eu disse rindo. 
- É melhor do que ficar só na melodia! - Ele disse rindo.
A música que eu estava cantando era Thousand Years , depois de cantar e tocar eu terminei a música olhando pra ele
- Ta foi um desastre... Eu sei! - Eu disse rindo alto. 
- Você seria a melhor cantora no mundo! - Ele disse sincero.
 - Não sabe nem mentir! - Eu disse devolvendo o violão para ele. 
- Não preciso mentir para você! Sua voz é perfeita Caith e aposto que você nunca fez ideia do quanto fica linda cantando! - Justin disse. 
- Não mesmo. - Eu disse dando um selinho nele. 
- Estou falando sério... Você deveria cantar mais vezes para mim! - Ele disse sorrindo. 
- Gosto dessa música, fala um pouco sobre eu e você! Mas não sei ela inteira, só sei algumas partes - Eu disse sorrindo. 
- Se você já me deixou em êxtase cantando apenas as partes principais... Fico pensando como seria se você cantasse ela por completo! - Ele disse. 
- Ai amor, eu te amo sabia? Mas não precisa puxar saco assim! Eu sei muito bem que não tenho talento para música! - Eu disse rindo.
Ficamos conversando um pouco mais sobre musicas, ele queria me fazer cantar mais algumas músicas mais eu me neguei e ria enquanto ele cantava, conversamos, ele cantou, fizemos amor mais uma vez, tomamos um banho e adormecemos. Quando eram meio dia e meio a senhora Bieber ligou para o celular de Justin, e só assim acordamos, descemos para a cozinha, tomamos um café da manhã as quase uma hora da tarde rindo, e conversamos. A senhora Bieber disse que iria até a casa de campo do meu pai junto com o marido e que minha mãe iria junto com eles, e pediu para que eu e Justin fossemos também, ele concordou em ir, mas que iríamos mais tarde. A Senhora Bieber disse para não demorarmos muito para poder curtir o sol pois em menos de uma semana o tempo mudaria e poderia começar a nevar, ultima semana de sol em Atlanta, disse que era para passarmos nas nossas casas e pegarmos as malas que ela e minha mãe tinham feito. Resmunguei a vida por ter que passar o final de semana junto com a Wendy mulher de meu pai, junto com a família dela e a tal sobrinha que tinha minha idade.
Coloquei uma roupa leve uma leging preta com uma blusa de alças larguinhas. Justin colocou uma roupa dele que estava em casa também e então fomos até a minha casa e depois até a casa dele. E então mudamos os lugares eu iria dirigir por que sabia o caminho, a casa de campo de meu pai ficava duas horas de Atlanta. Fomos o caminho conversando sobre o que teríamos que aguentar durante uma semana naquela casa e eu não estava nem um pouco contente. Quando chegamos eu apenas digitei a senha do portão, que era a data do meu aniversario, muito mais facil do que as pessoas pensavam. Entramos e estacionei o carro, pegamos as malas e fomos até a casa. Que parecia ser menor do que eu me lembrava, mas o pasto com os cavalos de meu pai anunciavam que era a mesma de quando eu era apenas uma menininha. Entramos na casa, onde uma das empregadas nos ajudou com as malas levando-as para um quarto só, o que me assustou eu e Justin iriamos dormir juntos? Meu pai colocaria nós dois no mesmo quarto? Mas nem perguntei nada, a senhora disse que as pessoas da casa estavam no rancho perto da piscina, foi quando senti o cheiro de churrasco. Quando nos aproximamos das pessoas meu pai sorriu.
- Graças a Deus chegou as duas pessoas que faltavam! - Ele disse sorrindo e eu comecei a rir, não me lembrava de ter visto meu pai de bermuda e sem camiseta. Com a barriga enorme a mostra. 
- Nossa pai, quando é que nasce? - Eu disse abraçando ele e tirando sarro.
 - E filha... Seu pai é gordinho mais ainda é bonitão! - Ele disse rindo. 
Eu e Justin cumprimentamos todas as pessoas que estavam ali, enquanto meu pai apresentava cada pessoa no lugar. Meu pai mandou eu e Justin irmos nos trocar e colocar roupas de banho. E nós fizemos isso, vendo que o sol daquela pequena cidade ainda estava quente. Quando voltamos de mãos dadas, Wendy sorriu. 
- Caitlin e Justin quero apresentar minha sobrinha a vocês! - Wendy disse sorrindo e nos puxando. 
Fomos caminhando com ela até uma garota loira que estava de costas encostada no balcão do pequeno rancho. E quando ela se virou meu sorriso foi por água a baixo. Não podia ser verdade! 
- Caitlin... Justin ... Essa aqui é minha sobrinha... - Wendy começou e eu a cortei. 
- Melaine?- Eu disse em um tom irritada e Justin me olhou. 
- Olá Caitlin! - Melaine disse sorrindo. 
- A não... sério? - Eu disse olhando para Justin e ele apenas me abraçou. - Vocês já se conhecem? Que ótimo! - Wendy disse. 
- Sim Wendy! Eu conheço a Melaine... - Eu disse olhando séria para ela. E ela arregalou o olho percebendo que eu não havia gostado nem um pouco de saber quem era sua sobrinha. 
- Quanto tempo não é? Nossa você esta "diferente"! E nossa Justin ... Você esta ... - Melaine começou a falar e eu a cortei quando o olho dela percorria pelo corpo de Justin, que mesmo estando com camiseta, parecia vê-lo sem. 
- Se abrir a boca para falar besteira eu soco a sua cara de Barbie! - Eu disse brigando e Justin me puxou. 
- Foi ótimo revê-la Melaine... Com licença! - Justin me puxou para voltarmos para perto de nossos pais. Wendy veio correndo atrás de mim e pegou em meu braço.
 - O que foi aquilo Caitlin? Eu sei que você não gosta de mim, mas não precisa tratar minha sobrinha desse jeito! - Wendy disse me repreendendo e eu balancei meu braço tirando a mão dela que segurava o meu. 
- Isso mais uma vez não tem a ver com você Wendy! Não me dou bem com essa idiota a muito tempo! - Eu disse brava, fazendo Wendy me olhar assustada.
- Amor, calma... Vem vamos sentar com nossos pais! - Justin disse me acalmando. Justin puxou a cadeira me fazendo sentar, e se sentou ao meu lado, nos sentamos entre minha mãe e o pai dele. E eu fiquei com a cara fechada na mesa.
 - O que foi filha? - Minha mãe perguntou preocupada.
 - Nada! - Eu soltei grossa e ela ignorou minha resposta. 
- A sobrinha da Wendy é bonita, mas você não tem que ficar com ciúmes dela perto de Justin! - Minha mãe disse. 
- Ai mãe... Eu não estou com ciúmes... - Eu comecei e ela me cortou. 
- Então sorria! - Ela disse e voltou a conversar com a Pattie
 - Vem, vamos entrar na piscina! - Justin disse se levantando e me puxando. 
- Nem a pau! Você não vai ficar sem camiseta, com aquele protótipo de vagabunda por perto! - Eu disse ainda brava. 
- Por que? Eu sou só seu! - Ele disse e tirou a camiseta me fazendo bufar. 
- Odeio quando você tira a camiseta! - Eu disse fazendo bico. 
- Não odeia não! - Ele disse tirando a minha me deixando com o biquine e um short. 
- Odeio sim! - Eu disse emburrada.
 - Eu sei que não odeia, é a primeira peça que você tira quando estamos juntos! - ele disse baixo em meu ouvido me provocando. 
- Eu disse que eu odeio que você tire! Não que eu odeio tira-la! - Eu disse rindo.
Ele sorriu e me pegou no colo saindo correndo e nos jogando na piscina. Ele ainda me segurava, enquanto eu passava a mão sobre meu rosto tirando a água, Justin dava risada então passei meus braços em volta de seu pescoço e dei um beijo demorado nele sendo interrompido pelo meu pai, limpando a garganta. Separamos nossos lábios e olhamos para ele rindo. E então ele pulou na piscina, fazendo todos rirem. Ficamos na piscina atéMelaine entrar na agua de um jeito vulgar querendo mostrar o corpo e o micro biquine, o que me fez fechar a cara mais uma vez e puxar Justin para sair da agua.
- Vem... Não vai ficar na água com a piranha a solta! - Eu disse para Justin e ele gargalhou.
 Saimos da agua e ele me abraçou, eu percebi que Melaine mordia o labio inferior quando Justin saia da piscina e mostrei o dedo médio para ela fazendo ela rolar os olhos, me sentei ao lado de minha mãe e Justin foi pegar algo para nós bebermos. 
- O que foi aquilo Caitlin? - Minha mãe perguntou. 
- O que? - Eu perguntei. 
- A cena que eu acabei de ver, você fazendo aquele gesto para a sobrinha da Wendy. - Minha mãe disse e eu bufei por saber que ela tinha visto. 
- Se lembra da Melaine que estudava comigo? A tal patricinha que eu odiava no colégio? - Eu perguntei. 
- Lembro... A que te chamava de estranha e dava em cima do Justin não é? - Ela perguntou.
 - Sim... Te apresento a idiota da Melaine! - Eu disse e logo completei. - Não sei por que não pensei que era a Melaine a sobrinha da Wendy... A sobrinha é igual a tia! - Disse bufando.
 - Ual... Que reencontro estranho! - Minha mãe disse. 
- Estranho? Tirando Justin aqui, isso esta parecendo um pesadelo! - Eu disse brava. 
- Ei... Eu faço parte do seu pesadelo? Sou sua mãe! - Minha mãe brigou.
 - Não mãe! A senhora entendeu... - Eu disse.
 - Sei que você não gosta dela filha, mas ela é a sobrinha da mulher do seu pai... - Minha mãe disse e meu pai se sentou na mesa.
 - Porque saíram da água filha? - Meu pai perguntou.
 - Porque a piranha mirim entrou! - Eu disse brava. 
- Opa, credo... Que odio é esse? Você nem conhece a menina ainda!- Meu pai disse.
 - Conheço muito bem pai! Quem não conhece ela são vocês! - Eu disse. - Vocês viram a cara de puta que ela fez quando viu Justin sair da piscina? - Eu perguntei. 
- Entendi... É ciúmes! - Meu pai disse rindo. 
- Ciúmes? Eu roubei Justin dela, eu fiz Julieta no lugar dela e essa vaca quase acabou com a minha vida! Eu nunca teria ciúmes de Justin com a corrimão da minha antiga escola! - Eu disse de um só vez me levantando da mesa e indo para dentro da casa deixando meus pais assustados.
Não podia ser possível, depois de uma noite linda ao lado do homem da minha vida, ter que passar alguns dias com a pessoa que eu mais odiava na vida, que achava até que estaria morta. Subi para o quarto e fui para o chuveiro, fechei os olhos fortemente enquanto a água caia no meu rosto, respirei fundo e lembrei da vez que eu quase morri, lembrei de ver Melaine sorrindo satisfeita pela troca dos punhais, e lembrei que aquele senhor, que me pediu para não guardar magoas e nem me vingar. Sai do banho e coloquei um vestido leve, desci as escadas e quando passei pela cozinha ouvi a voz de Melaine.
- Vamos lá Justin... Eu sei que você sempre me desejou. E não me diga que aquela estranha possa ser melhor do que eu! - Melaine dizia para Justin o que me fez fechar os olhos e querer entrar na cozinha e socar a cara dela, mas antes que eu pudesse fazer isso escutei a voz de Justin. 
- Eu nunca te desejei Melaine! Isso é e sempre foi fantasia sua! Eu me apaixonei por Caitlin no momento em que a vi! E ela é melhor do que você em todos os detalhes, ou você acha que ela passaria a perna em volta do corpo de um cara compromissado e pediria sexo para ele do jeito que você esta fazendo? - Justin disse e eu sorri com o que ele falou. 
- Você sabe que isso não é verdade! Você que monta ela desse jeito, a quanto tempo não prova carne nova? A quanto tempo não prova alguém experiente ao seu nível? - Melaine perguntou e eu não consegui me controlar e entrei na cozinha. 
- Bom digamos que ao nível dele eu sempre vou estar Melaine! Agora você sempre vai ser a puta do colégio que todos os caras sabiam que você fazia chupetinha só para ficar cada vez mais popular! - Eu disse me aproximando e Justin arregalou os olhos.
 - Caith... Não pense besteira eu não estava... - Justin tentou se explicar e eu cheguei perto dele, Melaine ainda estava com a perna envolta do quadril deJustin e eu apenas olhei para ele, respirei fundo e disse.
 - Sai Justin! - Foi o que eu consegui dizer, e ele se afastou de Melaine enquanto ela sorria achando que terminaria com ele. 
- Caith... Amor, vamos lá pra fora a gente conversa lá! - Justin disse pegando no meu braço. 
- Vai tomar um banho Justin, não vou tocar sua pele que essazinha tocou! - Eu disse. 
- Ela não me tocou Caitlin! - Justin disse.
 - Mas teria tocado cada parte de você sua estranha não tivesse entrado. Sempre intrometida. - Melaine disse e eu ri sarcasticamente e olhei para ela sorrindo o mesmo sorriso falso dela. 
- Qual é o prazer de sentir prazer sozinha? - Eu perguntei para ela enquanto Justin segurava meu braço.
 - Prazer sozinha? Ele sempre me desejou minha querida! - Melaine disse. 
- Sempre? Nossa... E você realmente pensou assim? - Eu perguntei. - Vai Justin... Diz pra ela, o quanto eu te deixei louca no primeiro colegial... - Melaine disse e Justin fechou a cara.
 - Isso não é verdade Melaine! Eu sou homem... Qualquer homem fica excitado com provocações! E eu sempre fui fiel a Caitlin! - Justin disse.
 - Como é que é? - Eu perguntei olhando para Justin e para Melaine. - Oh, você não contou para ela que no primeiro colegial, nós ficamos nos amasso? - Melaine perguntou a Justin.
 - Não! Por que não ficamos nos amasso Melaine! Você nos prendeu dentro daquele armário antes do teatro! E só você tentou amassar alguém! - Justin disse firme. 
- Mas você ficou excitado, prova que a estranha NUNCA te satisfez por inteiro! - Melaine disse e me fez rir alto. 
- E você acha que você faria isso? Uma puta mirim de ultima classe. - Eu disse rindo e logo continuei. - Espera... Justin... - Eu ia continuar e ele me cortou.
- Eu não te trai Caitlin! - Ele se defendeu. 
- Eu sei meu amor, e eu acredito em você... E mesmo que tivesse me traído... Isso foi na noite do teatro? - Eu perguntei. 
- Sim estranha! Enquanto você estava no palco eu e Justin estávamos no armário! - Melaine disse rindo. 
- Eu sabia! - Eu disse. 
- Sabia o que amor?- Justin perguntou assustado e eu tirei a mão dele de meus braços. 
- Eu sabia sua vaca loira! Sabia desde o principio quando vi sua risada ridícula... Sabia que era você Melaine! Por Deus eu sempre soube que tinha sido você que trocou os punhais! Mas sempre questionei como você tinha feito as trocas... - Eu disse indo em direção a ela e Justin arregalou os olhos.
 - Não sei do que você esta falando! - Melaine disse olhando as unhas. 
- Você sabe sim do que eu estou falando sua idiota! - Eu disse tascando um tapa na cara dela fazendo Justin correr e me segurar.
 - Você é louca garota! - Melaine gritou. Fazendo meu pai e a minha mãe entrar na cozinha assustados. 
- Eu não sou louca! Você sempre quis ser o centro das atenções não é? E o que você ganhou com isso? Eu sempre fui forme meu bem! Eu fui forte o suficiente e não morri naquela noite! Olha onde eu estou... Estou na sua frente esfregando na sua cara, que meu corpo é melhor do que o seu, que meu cabelo sempre foi melhor do que o seu. E que eu... Eu consegui o namorado que você sempre quis! - Eu disse gritando enquanto Justin me segurava.
 - O que esta havendo aqui? - Wendy entrou na cozinha desesperada junto com os pais de Justin, meu pai segurou Wendy pelo braço para que não fizesse nada.
 - Vai Melaine! Conta para eles... Conta para eles o quanto vagabunda você é! - Eu disse e Wendy defendeu a sobrinha.
 - Não fala desse jeito com a minha sobrinha Caitlin se não... - Wendy dizia e foi cortada por meu pai. 
- Se não o que? - Meu pai perguntou e ela ficou quieta.
 - Vai Melaine! Fala para eles logo sua puta mirim... Conta para eles que você trocou os punhais naquele teatro! Conta para eles que a mais de dois anos você tentou fazer com que eu acabasse com a minha vida! Vai Melaine... Conta para eles que você estava se esfregando no meu namorado a poucos minutos atrás! - Eu gritava tentando fazer Justin me soltar e ela apenas riu. 
- Você é louca Caitlin... A Melaine é uma garota de respeito... Você esta acusando ela de coisas absurdas! - Wendy tentava defender a sobrinha. 
- Você cala a sua boca, sua vagabunda de meia idade! Eu não estou falando com você... Como eu nunca percebi não é? Você acabou com a minha família, tirou meu pai da minha mãe... A sua sobrinha não poderia ser melhor do que você! - Eu respondi para Wendy e dessa vez meu pai não falou nada. 
- Anda.. conta logo o que você acabou de contar olhando para mim e para o Justin! Diz para todos que você disse que o Justin precisa de uma garota experiente, que você estava com as pernas envolta dele. Anda sua Barbie fala para todos que você disse que prendeu ele na noite do teatro dentro do armário. Conta que você que trocou os punhais! - Eu gritava rindo de nervoso. 
- Eu nunca fui ingênua... Nunca fui certinha tia! - Melaine começou a dizer. - E Justin era para ter sido meu desde o inicio, assim como aquele papel naquele teatro!
Justin me pegou no colo me segurando com força para que eu não me soltasse e saiu daquela cozinha me levando até o quarto. Onde eu bufei quando ele me colocou na cama. 
- Você podia ter me contado isso não é? -Eu disse ainda irritada.
 - Eu esqueci disso Caitlin... Eu estava preocupado com você naquele hospital que eu nunca lembraria ou se quer pensaria que Melaine teria trocado os punhais naquele momento. 
- Justin disse andando de um lado para o outro e passando as mãos no rosto e nos cabelos. 
- Não faz mal amor... Esta tudo bem! Pelo menos agora nós temos certeza de quem fez isso! - Eu disse deitando na cama. 
- Me desculpa amor... Sempre foi por culpa minha! - Justin começou a se culpar. 
- Para de graça Bieber! - Eu briguei me levando em um pulo e indo até ele. - Se nada disso tivesse acontecido, poderia ter sido diferente e a gente nem estar aqui agora! - Eu disse dando um beijo no seu ombro. Meu pai entrou no quarto sem bater na porta sério.
- Filha... - Ele começou. 
- Desculpa pai... Desculpa falar aquilo para Wendy eu sei o quanto o senhor gosta dela! - Eu disse cortando ele.
 - Não importa! Nós vamos embora os policiais já estão a caminho e você vai fazer o boletim de ocorrência contra a sobrinha de Wendy! - Meu pai disse. 
- A Wendy não vai gostar disso pai! - Eu disse. 
- Eu acabei o meu casamento com ela, não importa mais nada! - Meu pai disse sério. 
- Pai... Desculpa eu não queria que isso acabasse assim! - Eu disse sincera. 
- Eu sei filha, mas nessa briga eu estou do seu lado e não estou do lado da garota que de uma forma tentou te matar! A Wendy vai lutar ao lado da sobrinha e isso não vai dar certo! - Meu pai disse e eu abracei ele.
Fiquei no meu quarto junto com Justin, enquanto meu pai desceu, minha mãe subiu até o quarto e ficou me abraçando de um lado e Justin me abraçando do outro. Quando os policiais chegaram um deles subiu até o quarto e fez perguntas para mim e para Justin, logo desceu e outro fez as mesmas perguntas. Quando terminaram pediu para que nós descêssemos e vi Melaine sair junto com os policiais. Por livre espontânea vontade. Wendy saiu junto com a sobrinha e me olhou com ódio no olhar. Eu permaneci com a cara fechada apenas olhando. Quando ambas saíram, com a policia eu me senti mais relaxada. Como tudo fizesse sentido, aquele senhor naquela sala branca parecia ter razão nenhum vingança foi necessária,Melaine simplesmente soltou o que era o que precisávamos e se Deus existe mesmo ele a faria pagar por aquilo.

Continua


Never Give Up - Capítulo 16


Acordei e Justin ainda estava dormindo então peguei sua blusa no chão e amarrei ela em meu corpo a transformando em um vestido
Desci e fui preparar um café da manhã pra gente , cheguei na cozinha e minha mãe tinha mesmo pensado em tudo, tinha wafer vários sucos e tinha mel e chocolate pra colocar no wafer , não precisei fazer nada além de colocar em uma bandeja e levar pro quarto, chegando no quarto coloquei a bandeja em cima da mesinha do quarto e fui até a cama acordar Justin , comecei a dar vários selinhos em todo o rosto dele, na testa, na bochecha, no canto da boca 
- Nossa queria acordar assim todos os dias - ele disse se espreguiçando
- acorda dorminhoco - disse e peguei a bandeja e a coloquei em cima da cama
- Nossa que delícia - ele disse colocando mel no wafer e pegando um copo de suco de laranja, sabia que ele ia querer o de laranja, peguei o certo - não sabia que você sabia fazer wafer
- wafer não - ri - sei cozinhar algumas coisas mas o wafer foi minha mãe que deixou na cozinha
Justin riu e peguei o chocolate e coloquei no meu wafer e dei uma mordida
- eca , chocolate - ele disse fazendo careta
- huuuuuuuum que delícia - disse enchendo minha boca de chocolate e indo da um beijo dele
- Ai sai - ele disse rindo tentando me empurrar
- Nossa magoou , meu namorado não quer me beijar - disse fazendo biquinho
- Amor eu amo te beijar mas enquanto você tiver com chocolate eu quero distância da sua boca
- Nossa magoou mais ainda
- Oque eu não faço por você - ele disse e veio me dar um beijo - tenho que assumir , você fez o chocolate ficar gostoso
[...]
Depois daquele dia, parecia que meu amor e o amor de Justin havia crescido mais, nós parecíamos mais ligados, mais fortes, mais sintonizados, eu sabia que eu e ele havíamos nascido um para o outro. Nossos sonhos, nossos ideais sempre eram ligados um ao outro. Como se um sempre dependesse do outro para viver, nós fazíamos planos e todos eles eram planos juntos. Mas então em um dia, mais de dois anos juntos ele estava com seus 19 anos e eu com meus 17 anos, faltava pouco para terminamos o colegial e estávamos ansiosos para a faculdade, eu cursaria a faculdade de arquitetura, ele cursaria a faculdade de música ..
Apenas quinze dias para acabar o colegial, ansiosos para a formatura. Eu e Justin estávamos juntos ainda, e no aniversario de dois anos de namoro fizemos uma viajem por Paris, a cidade do amor. Hoje é um dia diferente no colégio, ensaio da formatura, Justin esta animado ele irá tocar na festa, e eu serei a oradora das turmas.
- Bom dia alunos! - A diretora disse.
- Bom dia senhora diretora! - Todos disseram em coro.
- Mais um ano acabando, mais algumas turmas terminando o colegial e indo para uma faculdade. Ai como isso é triste! - Ela disse.
Todos riram juntos, alguns dos meninos reclamavam um "Graças a Deus é o ultimo ano". Ela começou a arrumar as turmas e a ensaiar como cada turma subiria ao palco, como ela iria chamar cada aluno para entregar o diploma e tudo mais. O ensaio acabou, e todos os alunos foram dispensados, minha mãe estava cuidando do meu vestido de formatura. Quando estávamos saindo para ir até o carro de Justin, de mãos dadas e rindo. Justin teve uma pequena tontura e quase caiu se eu não tivesse-o segurado.
- Amor... Você esta bem? - Eu perguntei preocupada.
- Estou sim Caith... Só com um pouco de dor de cabeça e tontura, acho que é porque não comi nada ainda. - Justin disse.
- Ai ai ai Jubs, ultimamente você não anda se alimentando direito amor... - Eu briguei.
- Eu sei, desculpa... Acho que você vai ter que dirigir! - Ele disse me dando a chave do carro.
- Tem certeza? Você não gosta que ninguém dirija seu carro! - Eu disse.
- Você é exceção amor, eu confio em você! - Ele disse sorrindo.
Abri a porta do carro e o ajudei a entrar, fui para o lado do motorista e sai com o carro. Fomos direto para a casa dele, estacionei o carro e ele saiu, ainda estava com dor de cabeça e um pouco de tontura, o abracei e entrei em sua casa com ele, subindo pelas escadas e o deixando em seu quarto.
- Vou ver se faço algo para você comer ta bom? Você ta meio fraco... - Eu disse preocupada.
- A não fica aqui comigo... Não precisa de nada não! - Ele disse resmungando.
- Se você não comer nada vai desmaiar menino! - Eu disse brigando e sai do quarto.
Desci as escadas e vi a Pattie.
- Oi sogrinha! - Eu fui até ela e a cumprimentei.
- Oi Caitlin... Cadê Justin? - Ela perguntou.
- Ele sentiu tontura e fraqueza quando estávamos vindo, então eu o levei direto para o quarto, vou ver se faço algo para ele comer, não sei aqui mais quando ele vai em casa ele sempre diz que esta sem fome. Acho que isso esta o deixando fraco. - Eu disse para ela.
- Ok, fique a vontade na cozinha minha querida, eu vou subir e ver como Justin esta! - Ela disse preocupada.
Fui para a cozinha, enquanto a senhora Bieber subiu as escadas. Comecei a preparar o almoço, que ainda não estava pronto no mínimo o cozinheiro da casa havia saído para comprar algo. Então resolvi fazer um risoto de frango, com alguns legumes cozidos na manteiga, e um salada. Seria muito bom para Justin, carboidratos e vitaminas em uma única refeição. Fiquei quase quarenta minutos na cozinha, e quando terminei, coloquei a comida no prato e a salada em outro, coloquei os pratos em uma bandeja, junto com algumas frutas cortadas em cubos e um suco de laranja. Então subi para o quarto de Justin. Eles estavam conversando e Justin parecia irritado, pareciam brigar e então eu dei uma batidinha na porta, e a Pattie abriu a porta totalmente brava.
- Com licença... - Eu disse olhando para Justin com a testa franzida e a senhora Bieber com a cara fechada. 
- Não precisa pedir licença para entrar no meu quarto Caith! - Justin disse ainda irritado.
- Vamos ao médico quando seu pai chegar Justin Bieber, e nem me venha com desculpinhas! - A Pattie disse e Justin apenas respirou fundo, eu entrei no quarto e me sentei ao lado de Justin na cama, abrindo as pernas da bandeja e colocando sobre seu colo.
- Você que fez tudo isso? - Justin perguntou.
- Sim! Fiz para todos, acho que seu cozinheiro saiu... E bem, já esta na hora do almoço, então resolvi fazer! - Eu disse sorrindo para ele.
- Obrigada Caitlin querida, não precisava fazer. Mas já que você fez vou experimentar a comida da minha norinha, que meu filho tanto elogia. - Pattie disse sorrindo e logo completou antes de sair do quarto. - Justin vê se come tudo! Caitlin fica do lado dele até ele comer ta bom? - Ela disse e logo saiu.
- Ela ainda pensa que eu sou um bebe! - Justin reclamou.
- Ela é sua mãe e se preocupa com você! - Eu disse sorrindo e me sentando no poff que ficava encostado na parede.
Justin começou a comer e dizia estar muito boa a comida, ele demorou para comer, mas comeu tudo. Fiz ele comer as frutas também. E quando ele terminou, fui até a cama para tirar a bandeja de seu colo.
- Bom menino! - Eu disse dando um beijo em sua testa e percebendo que ele estava queimando. - Justin você esta com febre?
Desci as escadas com a bandeja e passei pela Pattie que sorriu ao ver a bandeja vazia. Levei até a cozinha e voltei até a sala com um copo de água na mão.
- Senhora Bieber... Onde tem um remédio para febre? Acho que Justin esta com febre. - Eu disse e ela arregalou os olhos. 
- Ele esta com febre? - Ela perguntou assustada. 
- Bem, eu acho que esta sim! - Eu disse. 
- Fica lá em cima com ele Caitlin, já eu subo. - Ela disse indo em direção ao telefone eu apenas subi as escadas preocupada com o jeito da mãe de Justin.
Entrei em seu quarto e ele ainda estava deitado com os olhos fechados. Me sentei ao seu lado, passando meu braço por baixo de seu pescoço.
- Esta melhor amor? - Eu perguntei colocando a outra mão livre sobre sua testa e percebendo que a temperatura ainda estava alta demais. 
- Com você eu sempre estou melhor! - Ele disse fazendo biquinho e eu lhe dei um selinho.
A mãe de Justin logo entrou no quarto com um termômetro em mãos. - Tem porta para se bater mãe! - Justin disse irritado. - Caitlin disse que você esta com febre. - Ela disse séria e abanando o termômetro. - Eu não estou com febre! - Justin disse franzindo os cenhos e me olhando bravo. - Vamos ver, levanta o braço! - A senhora Bieber mandou e ele levantou, ela colocou o termômetro debaixo e abaixou o braço de Justin.
Justin continuou sério e eu continuei sentada ao seu lado. Esperamos 5 minutos e a mãe dele tirou o termômetro e olhou séria para ele.
- Vá para o banho, vou te levar ao médico agora! - Ela disse séria. 
- Eu não vou ao médico! - Ele retrucou. 
- Você vai sim! Esta com 40 graus de febre! - Ela disse e saiu do quarto e eu apenas fiquei quieta sem dizer nada. 
- Dedo duro, porque tinha que falar para minha mãe que eu estava com febre? Agora vou ter que ir ao médico com ela! - Justin disse brigando como se fosse uma criancinha.
 - Eu pedi um remédio para febre! E você tem mesmo que ir ao médico. - Eu disse para ele me levantando da cama. Ele se levantou, meio mole por causa da febre alta, e foi para o banheiro e abriu o chuveiro. A mãe dele entrou no quarto e viu que ele estava no banho então começou. 
- Caitlin meu amor, eu liguei para o pai de Justin e ele vai me encontrar no consultório. Eu levo você até sua casa tudo bem? - Ela disse. 
- Claro que sim! - Eu disse sincera. 
- Caith, pega uma toalha no closet pra mim por favor? - Justin gritou do banheiro. Eu fui até o seu closet, e peguei uma toalha e entrei no banheiro. 
- Aqui amor! - Eu disse entregando a toalha para ele, ele tentou me puxar pra dentro do box e eu fui mais rápida. 
- Esta esperta ultimamente hein Caith! Isso é muito chato! - Ele disse rindo e desligando o chuveiro. - Chato é você que sempre tenta me puxar para o chuveiro com roupa. - Eu disse saindo do banheiro.
Justin se trocou em minha frente parecendo estar fraco, e eu apenas o olhava. Descemos abraçados quando ele já estava pronto, a mãe dele esperava por nós em frente a porta, logo caminhamos para seu carro que estava parado em frente a casa, Justin foi na frente com a mãe e eu atrás. O caminho inteiro até minha casa foi silencioso, quando a mãe dele parou em frente minha casa.
- Jubs, não me deixa sem informações ta? Me liga pra me dizer se esta bem depois que sair do consultório médico! - Eu pedi e ele afirmou com a cabeça. Então abri a porta do carro e sai. Logo a mãe dele saiu com o carro e eu entrei em casa.
Fiquei o restante do dia no quarto, esperando Justin me ligar e dizer que estava bem e acabei pegando no sono. Quando acordei estava tudo escuro, me levantei e peguei o celular e não tinha nenhuma chamada perdida e nem nada do tipo. Desci a escada e fui até a sala onde minha mãe estava sentada olhando para a televisão e rindo.
- Mãe... O Justin ligou ou veio aqui? - Eu perguntei. 
- Não filha! - Ela disse ainda assistindo o programa.
Bufei alto, fui até a cozinha abri a geladeira pegando a jarra de água, e colocando no copo. Fiquei sentada no banquinho da bancada olhando para o celular, já era quase oito da noite, tomei mais um gole de água e quando fui digitar o numero de Justin o celular começou a vibrar e então a foto nossa apareceu junto com o nome "Jubs".
- Jubs, amor... Nossa, não me mata assim, como você esta? Passou no médico? - Eu perguntei de uma única vez. 
- Oi meu amor, estou bem. Não se preocupa, demorei porque tive que fazer vários exames. Odeio hospitais! - Ele disse reclamando. 
- Mas e ai amor? Já sabe o que você tem? - Eu perguntei preocupada. 
- É... Caith... - Ele começou e eu senti que era algo grave e então ele continuou. - É apenas uma virose amor... Acho que vou ficar de repouso durante uns dias. - Ele completou.
 - Tem certeza amor? - Eu perguntei. - Quer que eu fique ai com você? - Eu continuei perguntando. 
- Não precisa amor... Não quero que você pegue virose também! - Ele disse calmo. 
- Eu não me importo de pegar virose... Se eu estiver com você! - Eu disse sincera. 
- Eu sei amor, mas não quero que corra o risco... Depois eu melhoro e você fica mal, acho melhor não se não nenhum de nós vai ficar bem! - Ele disse rindo.
 - Ta bom então minha vida... Vou amanhã ai te ver! - Eu disse teimosa. 
- Caitlin Beadles, eu já disse que é melhor não! - Ele disse sério. 
- Mas amor... Eu vou sentir saudades! - Eu resmunguei. 
- Eu vou sentir muito mais... Mas acho melhor não amor! - Ele disse ainda sério. 
- Ta bom então! Eu vou tomar um banho e dormir então! - Eu disse fazendo bico mesmo sem ele ver. 
- Ta bom meu amor, boa noite e sonhe comigo ta? - Ele pediu. 
- E me diz quando eu não sonho com você? - Eu disse e ele riu. - Boa noite amor, dorme bem e vê se melhora logo. Eu te amo meu Jubs! E não esquece você de sonhar comigo! - Eu disse. 
- Eu te amo minha Caith! Te amo muito mais do que você possa imaginar! E você vive constantemente em meus pensamentos e sonhos - Ele disse e eu sorri.
Então desligamos passei pela sala, disse para minha mãe que era apenas virose e que ele ficaria de repouso. E então subi para o quarto, tomei um banho, e deitei para dormir.
Os dias foram se passando rapidamente, mas a noite demorava para passar, mesmo que eu e Justin ficávamos quase duas horas no telefone, eu sentia falta dele, dos abraços e dos beijos dele. Eu contava para ele que os ensaios eram um saco e ir para o colégio sem ele era a coisa mais idiota do mundo, aguentar as pessoas perguntando por ele, aguentar as idiotas das fãzinhas dele perguntando por ele, eu nunca fui popular, apenas a namorada do carinha popular. Justin não me deixava ir até a casa dele, quando tentei o mordomo dele disse que Justin havia lhe dito que eu estava proibida de passar pelo portão o que me deixou muito irritada com ele, tivemos nossa primeira briga por telefone nesse dia, e desligamos. Mas eu liguei novamente com a consciência pesada e pedi desculpas, ele sempre todo fofo disse que era para o meu bem, que ele queria que eu estivesse perfeita em nossa formatura, disse que estaria presente e tudo mais. E então assim foram se passando e 14 dias haviam se passado, eu ainda estava preocupada com ele uma virose durar quatorze dias era muito, mas Justin disse que estaria no dia seguinte na nossa formatura. Nesse dia eu e minha mãe fomos até a loja de vestidos para dar alguma apertadinha no vestido, fomos até uma loja onde ela entrou sozinha alegando que ia comprar o meu presente de formatura enquanto eu fui até uma loja de música. Haviam vários violões, baixos, guitarras eu me vi perdida entre todas aquelas coisas. Minha mãe havia dito que presente de formatura era apenas uma lembrancinha, mas eu nunca conseguiria comprar uma outra lembrancinha paraJustin, ainda mais sabendo que o violão dele estava com as cordas arrebentadas e que ele não tivera tempo para mandar arrumar, iria usar um de Logan na apresentação da formatura. E então fui escolhendo um violão para ele, daria antes dele subir no palco do colégio, mas pensei e vi que seria melhor ele afinar e tudo mais antes. Comprei um violão lindo, totalmente preto com detalhes em dourado e junto comprei um equalizador de som. Pedi para que entregassem na casa de Justin no dia seguinte. Junto com um bilhete meu. Passei no meu cartão e então fui encontrar com a minha mãe novamente. Encontramos a Sra. Bieber no shopping e ela disse que Justin estava melhor, que iria na formatura que ela estava ali para comprar o presente de formatura dele. Disse que ela não aguentava ele mais falar sobre eu e dizia a todo momento que queria ser louco e correr até minha casa para me abraçar mesmo sabendo que eu corria o risco de pegar a tal virose. Ela disse que já estava melhor que a virose em si já havia sumido, eu comentei em ir vê-lo em sua casa e ela disse que era melhor nos vermos na formatura, e que depois de alguns dias sem nos ver seria muito melhor, nos vermos na comemoração. Ficamos caminhando e entrando em algumas lojas de sapatos, bolsas a mãe de Justin era totalmente elegante e comprava muitas coisas lindas. Ela pediu ajuda para comprar o terno de Justin e eu a ajudei.
Paramos em uma Starbucks dentro do shopping e começamos a conversar, quando o assunto foi relacionamento, minha mãe e a Sra. Bieber se empolgaram e começaram a contar sobre suas vidas amorosas, minha mãe dizia que namorou muito e quando encontrou meu pai se apaixonou disse que era apaixonada por ele até os dias atuais, mas mesmo que ele estivesse seguido outro caminho, era a ele que ela pertencia eu achava muita bobagem minha mãe linda ainda gostar do meu pai que já estava quase sem cabelo e uma barriga enorme, e pra ajudar casado com uma mulher mais nova que minha mãe. Na qual eu ainda não suportava, a Sra. Bieber já disse que sempre foi mais reservada que teve apenas dois amores na vida toda, um quando era jovem que não deu certo por causa do seu casamento arranjado com o pai de Justin, que com o passar dos tempos acabou cedendo e se apaixonando pelo marido. Elas olharam para mim como se eu fosse contar algo para elas, eu apenas continuei tomando meu frapuccino e comendo, quando percebi o silencio e ambas olhando para mim eu as olhei assustada.
- O que? - Eu perguntei olhando para as duas.
 - Sei que você ainda é nova querida, mas já deve ter algumas pequenas historias não? - Sra. Bieber perguntou. 
- Na verdade não! - eu disse rindo sem graça. 
- Na verdade a Caitlin nunca foi muito de namorados, sempre foi muito atenta aos estudos, mas ainda tenho minhas duvidas sobre os namoricos antes de Justin. - Minha mãe disse. 
- Mãe, a senhora sabe que não! - Eu disse rindo. 
- Não? - A senhora Bieber perguntou me deixando com vergonha.
 - O Justin foi o único garoto que atraiu minha atenção por mais que tivesse meninos lindos no colégio. Eu nunca prestei atenção neles. Mas com Justin foi diferente, a primeira vez em que o vi, já foi diferente eu senti algo sei lá, uma atração pelos olhos mel dele. E quando começamos uma amizade sei lá... Era com ele que eu me sentia bem. - Eu disse tímida olhando para meu copo. 
- Acho tão bonito o relacionamento de vocês, nunca brigam se brigam logo voltam a se falar não é filha? - Minha mãe perguntou. 
- É... Acho que nós nos entendemos no geral. É difícil mãe mas acho que nos completamos ao certo! - Eu disse sorrindo. 
- Mas você sabe que devia conhecer outros rapazes né querida? Eu sei o quanto meu filho te ama, e sei que ainda são muitos jovens e tem muitas coisas para acontecer na vida de vocês - A senhora Bieber disse, e eu senti algo estranho naquela conversa. Minha mãe, sentiu que eu estava meio incomodada e com medo de uma suposta continuação daquela conversa, estava com medo da mãe de Justin me dizer que eu tinha que conhecer outros rapazes e tudo mais. Então minha mãe mudou o assunto, enquanto eu fiquei pensando, não, realmente eu não queria conhecer outros rapazes, não queria outro e nem nada do tipo, Justin me completava de um jeito que só nós sabíamos. Nossas brigas, que na verdade nunca foram brigas, sempre acabava quando pensávamos e isso nunca passara de cindo minutos no maximo, quando eu estava ao lado dele o mundo parecia ser completo como se eu não precisasse de mais nada. Terminamos de lanchar, e seguimos até o estacionamento, fingi sorrisos para a mãe de Justin ainda pensando no que ela queria dizer com o " Sei que ainda são muito jovens e tem muitas coisas para acontecer na vida de vocês" e não achava nenhum sentido naquela frase, não sabia ao certo o que ela queria dizer e aquilo estava me matando por dentro. Entramos no carro de minha mãe e eu fiquei olhando pela janela.
Permaneci quieta e pensativa ainda, não gostei de pensar e nem de ouvir que era bom conhecer outros garotos e me relacionar com outro; é como se fosse estranho pensar nisso, apenas Justin fazia parte de meus pensamentos. Não tinha sentido algum pensar que eu poderia ter outro namorado, ou me casar com outro que não fosse Justin. Chegamos em casa e fui para meu quarto, e lá permaneci até pegar no sono. No dia seguinte acordei e no meu celular havia " 3 chamadas perdidas: Jubs ", olhei para o relógio que marcava quase dez da manhã. E eu tinha cabeleireiro marcado para as 14:00 da tarde. Olhei os horários das ligações eram durante a noite, e fiquei pensando como que eu não acordei com o celular tocando. Me levantei da cama e fui para o banheiro, abri o chuveiro e entrei debaixo da água corrente morna que caia. Encostei minha cabeça na parede para tirar toda a tensão da conversa do dia passado era como se todos os momentos ao lado de Justin passasse em minha frente e eu estava disposta a não pensar mais em supostas coisas que poderiam separar eu e Justin. Desliguei o chuveiro , me enrolei na toalha, e sai do banheiro. Ainda enrolada na toalha me sentei na cama e com outra toalha secava meus cabelos e então meu celular tocou e estava escrito "Jubs" sorri involuntariamente, sabendo que a aquela hora o presente dele havia chego. E então atendi.
- Alô! - Eu disse normalmente. 
- Caith? - Ele perguntou. 
- Oi Jubs... - Eu disse. 
- Você é doida ou o que? - Ele perguntou. 
- Não sou doida e nem nada do tipo porque? - Eu perguntei fingindo não saber do que ele estava falando.
 - Que presente é esse que você mandou para mim? - Ele disse e eu tinha certeza que ele sorria. 
- Você já abriu? - Eu perguntei rindo.
 - Logicamente! Uns rapazes deixaram aqui em casa e estava com um bilhete seu, abri depois de ler sua letra linda. - Ele disse rindo. 
- Você disse que as cordas do seu violão estavam arrebentadas e que não tinha como sair para comprar. E eu quero meu namorado se apresentando muito bem hoje a noite. E bom... Eu estava sem ideia do que te dar de presente de formatura meu amor... - Eu dizia. - Você é louca! - Ele disse rindo. 
- Só por você! Gostou? Eu mesma que escolhi! - Eu perguntei rindo. 
- Ta brincando? Eu amei! - Ele disse empolgado.
 - Que bom meu amor! Eu vou me arrumar preciso fazer as unhas e essas coisas que eu não curto fazer e você sabe! - Eu disse bufando. - Ta bom meu amor, te vejo na cerimônia de formatura então! - Ele disse sincero.
 - Eu te amo Jubs... Estou com saudades! - Eu disse fazendo bico quando falava.
 - Eu te amo Caith... E a gente mata essa saudade a noite! - Ele disse e eu sorri.
Desligamos e então eu fui me arrumar, coloquei uma calça jeans clara, uma blusa de mangas cumpridas e uma jaqueta de couro branca. O tempo começava a esfriar em Atlanta, e eu daria umas duas semanas para começar a nevar. Desci as escadas e fui até a cozinha onde minha mãe estava abrindo a geladeira.
[...]
Caminhamos até a garagem, eu entrei em meu carro e ela entrou no dela, e então partimos para a festa. Estacionamos o carro e fomos para a quadra onde seria a festa. Havia um palco, muitas luzes e mesas mais pro fundo da quadra gigantesca do colégio, a quadra que era pouco utilizada. Sentamos-nos na mesa onde estava escrito o meu nome e o nome de Justin, havíamos pedido para juntar as mesas, e por incrível que pareça Justin e sua família estavam atrasados. A professora responsável pelos alunos logo me viu e foi até a mesa me levar para trás do palco, onde me deu o aquela túnica idiota de formandos e pra piorar a das meninas eram rosa, junto com aquele chapéu que eu sempre achava estranho demais.

 E disse que era para ficar ali atrás. Fiquei esperando ali atrás, preocupada com a demora de Justin, eu estava morrendo de saudades dele. E então a diretora começou a agradecer a todas as pessoas que estavam ali presentes, e disse que ia começar os alunos, começou chamando as meninas e eu olhei para professora e mexi a boca falando "O Justin não chegou ainda", e ela disse da mesma forma. " Ele vai chegar a tempo!". E então a diretora chamou meu nome.
- Caitlin Beadles ... - Ela disse e eu subi no palco sorrindo. Eu peguei o cone e olhei para frente onde vi meus pais sentados e logo vi Justin entrando correndo para trás do palco e sorri um sorriso maior do que qualquer outro e então fui até as outras alunas. A diretora foi chamando pessoa por pessoa e entregando os cones. Chamou a vez dos meninos e quando chegou a vez de Justin eu sorri novamente, aquela roupa ficava mais linda nele do que em qualquer outra pessoa, ele levantou o cone para cima e todos bateram palmas. E parou ao meu lado, ou melhor o lugar que estava marcado para ele ficar, eu olhei para ele e sorri. Ele me olhou e sorriu junto. Logo a diretora chamou meu nome novamente para passar a mensagem a todos, e como oradora da turma eu fiz meu trabalho muito bem, falei coisas racionais e que davam sentido a todas as pessoas, desde as que queriam fazer uma faculdade até aos alunos que diziam nunca mais querer saber de estudos. Passei uma mensagem para todos que acreditam em seus sonhos e nas mudanças da vida. E quando terminei todos aplaudiram. E então como todo final de formatura. Quando a diretora disse "Parabéns formandos", todos jogaram aqueles chapéus idiotas para cima e saíram se abraçando. Eu abracei Justin logicamente assim como ele fez e disse.
- Que saudade meu amor! - Ele disse me abraçando. 
- Nem me fale... Vai ter que me recompensar por esses dias todos longe de mim! - Eu disse fazendo bico e ele deu um selinho.
Como Justin era muito popular, o pessoal logo estava batendo nas costas dele para abraça-lo, assim como minhas amigas. Descemos do palco e enquanto os meninos contratados montava os instrumentos, Justin pegou minha mão entrelaçando nossos dedos e nos levando até nossos pais.
- Parabéns meus queridos! - Minha mãe disse nos abraçando. 
- Obrigada mãe! - Eu disse sorrindo. 
- É agora vocês dois tem que pensar na faculdade! - Meu pai disse. - Claro papai! - Eu disse.
 - E vão fazer o que? - A mulher de meu pai perguntou. 
- Vou cursar música... e Caitlin vai cursar Arquitetura. - Justin disse enquanto eu fingi não escutar a pergunta. 
- Arquitetura minha filha? - Meu pai perguntou curioso. 
- Sim pai! - Eu disse sorrindo. 
- Que ótimo minha filha! E Justin sua escolha é legal também! - Meu pai disse. 
- Obrigado. - Justin sorriu e logo completou. - Pessoal eu tenho que ir para o palco, vou tocar com os rapazes! 
- Vai lá amor! E arrasa! - Eu disse dando um selinho nele. 
- Me deixe orgulhoso Justin! - O Jeremy disse dando um tapa nas costas de Justin 
- Obrigado amor! - Ele disse sorrindo. - Espero que se orgulhe pai! - E disse ao pai.
Justin caminhou até o palco e eu me sentei ao lado de minha mãe. Enquanto eles não eram anunciados começamos a conversar.
- Querida, quer ir amanhã para minha casa de campo? - Meu pai me chamou.
 - Não sei pai, quero passar um tempo com Justin, ficamos quinze dias sem nos ver! - Eu disse. 
- Ele pode ir junto querida... Quero que você conheça minha sobrinha, ela tem a sua idade! - A mulher de meu pai falou novamente. 
- Acho que não, não quero que Justin conheça novas meninas! - Eu disse para a mulher de meu pai. 
- Vamos filha, será bom para você ir para outro lugar! - Meu pai disse. 
- Vamos ver pai, eu vou conversar com Justin depois... - Eu disse sorrindo para ele. - Você vai junto não é mãe? - E perguntei para minha mãe. 
- Caitlin, seu pai esta chamando você e não eu! - Minha mãe disse me fazendo rolar os olhos e olhar para o lado.
 - Você pode ir também! - Meu pai disse para minha mãe. - Você sempre amou a casa do campo. 
- Obrigada! - Minha mãe disse sorrindo para o meu pai e eu senti uma satisfação enorme em ver os dois sorrindo um para o outro.
Ficamos conversando enquanto Justin demorava para entrar no palco, e então o assunto sobre namorar e curtir veio a tona novamente e eu rezava para que Justin entrasse logo no palco para que todos pudessem se calar e olhar para ele. Mas enquanto isso eu fingia não escutar a conversa.
a diretora anunciou a banda de Justin, e eu me levantei e bati palmas assim como todos na mesa. E então as batidas começaram, e Justin estava totalmente lindo e encantador. Eu tirava fotos e fotos dele no palco e dava pequenos gritinhos histéricos, cantava junto e o olhava brilhando naquele palco. O palco, as luzes, os instrumentos, o microfone tudo aquilo pareciam ser criados para ele. Quando ele começou a cantar uma música lenta pedindo para que os casais dançassem eu peguei na mão de meu pai e o puxei.
Depois de cantar algumas Justin começou a cantar she will be loved e ele dizia ser pra mim. depois de cantar ele foi até a mesa e recebeu os parabéns de todos
- Vamos embora? - Eu disse no ouvido de Justin. 
- Pra onde?- Ele perguntou baixinho em meu ouvido. 
- Pra casa da montanha! - Eu disse dando um beijo no pé de seu ouvido.
 - Vamos! - Ele disse sorrindo.
Esperamos nossos pais irem embora e ainda ficamos um pouco mais na festa, depois nos despedimos de professores e alguns amigos e então fomos para o estacionamento de mãos dadas balançando-as como se fossemos crianças e conversando coisas bobas ao mesmo tempo rindo. Fui para o lado do motorista e Justin para o lado do passageiro. Depois de colocar seu violão no porta malas.
Me afastei dele e abri a porta do passageiro, enquanto ele dava a volta para entrar do lado do motorista. Seguimos nosso caminho, com o radio ligado, Justin cantava as músicas e eu amava elas cantada na voz dele. Quando chegamos na casa da montanha Justin saiu desligou o carro e nós descemos, entramos na casa e ele me abraçou por tras dando pequenos beijos em meu pescoço, mordi o lábio inferior e me virei ficando de frente para ele colocando minhas mãos sobre o peitoral dele. Ele apenas sorriu satisfeito, sabendo que aqueles pequenos beijos haviam feito algum efeito.
Me afastei dele e abri a porta do passageiro, enquanto ele dava a volta para entrar do lado do motorista. Seguimos nosso caminho, com o radio ligado, Justin cantava as músicas e eu amava elas cantada na voz dele. Quando chegamos na casa da montanha Justin saiu desligou o carro e nós descemos, entramos na casa e ele me abraçou por tras dando pequenos beijos em meu pescoço, mordi o lábio inferior e me virei ficando de frente para ele colocando minhas mãos sobre o peitoral dele. Ele apenas sorriu satisfeito, sabendo que aqueles pequenos beijos haviam feito algum efeito.
 - Preciso te dar seu presente de formatura. - Ele disse passando a mão meu cabelo os tirando de meu rosto. 
- Não precisa não! - Eu disse dando um selinho na boca dele. 
- Mas eu quero dar o presente agora! - Ele disse rindo. 
- Ai como você é chato! - eu reclamei e ele gargalhou
 Ele se afastou um pouco e tirou uma caixinha preta aveludada do bolso e então a abriu e tirou de dentro dela uma pulseira de ouro branco com vários pingentes e sorriu. 
- Não é um presente igual ao que você me deu, por que eu não consegui pensar em uma coisa melhor. - Ele disse rindo e pegando meu braço direito e colocando a pulseira.
 - É linda amor! - Eu disse olhando para a pulseira.
 - Não tão linda como você... Eu que montei ela, esta vendo? - Ele perguntou apontando para os pingentes. - Uma nota musical, um menino e uma menina, um coração, uma estrela, a torre eiffel, as estrelas, e a inicial do meu nome. - Ele disse sorrindo. 
- É perfeito! Não vou tirar nunca. - Eu disse sorrindo sincera, ele havia colocado tudo o que nós tínhamos vivido junto. 
- Pode tirar quando você quiser e pode tirar os pingentes também- Ele dizia. 
- Não! Não vou tirar nunca e nem tirar os pingentes! - Eu disse abraçando ele e dando um selinho em seus lábios. Subimos para o quarto e começamos a nos beijar e acariciar, matar a falta que sentíamos um do outro e nos amarmos.

Continua

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Never Give Up - Capítulo 15


Segunda-Feira, eu acordei muito nervosa com a consulta com a ginecologista, minha mãe entraria comigo no consultório e isso iria me deixar com mais vergonha ainda, mas quando chegamos lá, respirei fundo e quem me surpreendeu foi minha mãe.
- Doutora, minha filha tem 16 anos e esta querendo perder a virgindade com o namorado, então resolvemos vir até aqui para ela ter uma consulta e a senhora receitar um anticoncepcional e dar algumas dicas para ela. - Minha mãe disse para a doutora e eu fiquei quietinha.
- Muito bem senhora Beadles, a maioria das mães não fazem isso, e as filhas acabam optando por uma primeira vez sem saber muitas coisas. - A doutora disse.
E então ela me fez algumas perguntas, sobre minha menstruação se eu tinha muitas cólicas, nas quais eu disse que eram muito fortes, minha mãe pediu um anticoncepcional que não me engordasse. A doutora pediu para que eu me deitasse sobre uma mesa no consultório, fez alguns exames simples, e receitou um anticoncepcional, disse que eu teria que tomar diariamente e sem esquecer, disse que se caso eu percebesse que o medicamento estivesse me engordando ou me emagrecendo que eu teria que voltar a me consultar com ela, para que pudéssemos trocar e que depois da minha primeira vez, eu deveria ir até ela para fazer o exame para ver ser não machucou o colo do meu útero e mais algumas coisas. Saímos do consultório quase meio dia e então minha mãe foi comigo até um shopping na cidade visinha, já que eu disse estar envergonhada e com medo de encontrar alguém conhecido. Chegamos no shopping da cidade visinha, e fomos direto comer. Só depois fomos a um sexy shop, que para falar verdade eu tive que me controlar para não rir das coisas, só a minha mãe mesmo. Não podia simplesmente ir a uma loja normal comprar lingerie? Ela foi pegando algumas estranhas e me entregando, eu arregalava os olhos e as deixava onde minha mãe pegava.
- Mãe, para... Não quero coisas do tipo essas! - Eu disse olhando para uma micro calcinha de oncinha.
- Isso é sexy! Se eu fosse você levaria! - Minha mãe disse sorrindo.
- Mas eu não sou a senhora e não vou levar! - Eu disse colocando no lugar onde minha mãe havia pego
Então vi um conjunto muito melhor e discreto, um espartilho tomara que caia preto com cinta liga nas meias que ficariam até os joelhos, e uma calcinha preta.
- Achei mãe! - Eu disse rindo e minha mãe veio até ao meu lado.
- Sinceramente? - Minha mãe perguntou e eu a olhei. - É simples mas muito sexy! Acho que cairá muito bem se você usa-lo bem! - Ela terminou.
- Não sei pra que tanto lero lero, sendo que quando esquenta isso logo vai pro chão! - Eu disse rindo que nem boba.
- Ai como você é sem graça! - Minha mãe brigou e então pediu para a menina um do meu tamanho.
Ela ficou vendo outras coisas e pra falar a verdade até comprou algumas coisinhas, alegando não saber quando iria usa-las, o que me fez rir mais ainda. E comprou algumas coisas para mim, mesmo eu não querendo e dizendo que não iria usar.
Saímos do sexy shop e então ela passou em uma loja para comprar vestidos para o jantar de aniversario de Justin, eu escolhi um vestido tradicional preto que não marcasse meu corpo ou o espartilho debaixo do vestido. E então depois de algumas comprinhas, passamos em uma joalheria e eu comprei uma corrente de ouro branco com um pingente na mesma cor e pedi para gravar uma frase atrás.
E então voltaríamos para Atlanta, onde minha mãe me levaria no tal lugar, passamos pela entrada de Londres o que eu olhei para minha mãe estranhando e ela riu e me disse para prestar atenção no caminho, então entramos no retorno não completando-o e seguindo para uma estrada onde levava até uma das poucas montanhas e então subimos uma rua ainda asfaltada, e deparamos com um portão enorme onde minha mãe apertou um controle e o portão abriu, mostrando uma casa toda de vidro de dois andares, mamãe passou com o carro pelo portão e logo o fechou. Estacionou em frente a casa.
- Chegamos! - Ela disse sorrindo.
- Ok! Que lugar lindo é esse? - Eu perguntei.
- Sua casa! - Minha mãe disse e eu a olhei assustada.
- Como assim? - Eu perguntei, não sabendo do que ela estava falando.
- Antes da sua avó, mãe do seu pai falecer, ela mandou construir três casas, uma para cada filho. Alegando que cada casa seria para os netos, essa é a mais linda, e sua avó a desenhou... Seu pai tem até o desenho dessa casa, para não dar briga ela disse que essa casa seria do primeiro neto ou neta até então sem sabermos, seu pai jurava que seu tio mais novo iria engravidar alguma menina, para conseguir a casa, mas com o tempo a briga pelas casas foram ficando esquecidas, e então eu engravidei de você. E quando você nasceu, a primeira neta da sua avó ela passou essa casa em seu nome. A escritura esta em seu nome e tudo mais, mas você só poderá tê-la mesmo quando completar 18 anos. Mas então você quer um clima legal para sua primeira vez... E eu acho que aqui sendo sua casa, e ninguém sabendo direito onde é... Acho que será um lugar ideal e tranquilo para seus namoros com Justin. - Minha mãe disse ainda no carro e então abriu a porta e saiu e eu sai junto com ela parando em frente a casa e a vendo.
- Minha avó... Nossa! - Eu disse em um tom surpresa.
- Sim sua avó! Vem vamos entrar, deve estar tudo tampado com panos, mas isso eu arrumo durante a semana. - Minha mãe disse pegando a chave e abrindo a porta enorme de vidro.
- Mas, é tudo de vidro não tem perigo não mãe?- Eu perguntei preocupada.
- São vidros temperados e a prova de bala, ou qualquer tipo de coisa que possa quebra-los. - Minha mãe disse caminhando para dentro da casa.
- Que bom, porque Justin e portas de vidros não se dão muito bem - disse rindo e minha mãe riu junto
- Como você pode ver filha, esta tudo perfeito, os moveis não são antigos, por que seu pai comprou os moveis a casa a pouco tempo, quando você fez 15 anos ele começou a arrumar tudo por aqui, já que a intenção era te dar aos seus 18 anos. Ele ia fazer umas reformas mas eu não deixei. E quando eu disse que ia te mostrar a casa ele brigou comigo e tudo mais, mas eu disse que você precisaria de um lugar mais calmo e intimo e por incrível que pareça ele entendeu. - Minha mãe disse.
- Mãe a senhora contou para o meu pai o que vai acontecer? - Eu perguntei assustada.
- Lógico que não! Você ainda é a bebezinha dele, ele me mataria se soubesse que é para isso! Eu disse que era para você pensar no seu futuro, e que você e Justin as vezes brigavam e então aqui seria um lugar bom para pensar. - Ela disse rindo.
- Ufa! - Eu disse tranquila.
- Vem, o segundo andar é lindo! - Ela disse subindo a escada onde entrou na primeira porta no começo da escada.
- UAL! - Eu disse.
- Então esse é seu quarto, eu que montei! Cama de casal, closet, banheiro com banheira. E olha que lindo aqui. - Ela disse caminhando até a grande porta na qual dava para uma sacada. - Daqui conseguimos ver Atlanta inteira e como você ama essa cidade, aqui é um lugar calmo onde você pode ficar pensando na vida. - Ela disse e sorriu, eu fui até ela e olhei Atlatanta durante o dia e já era lindo imagina a noite? Seria um lugar calmo de certa. Ela continuou falando. - Olha aqui nessa parte fechada tem o ofuro, o que é lindo e romântico, seu pai não queria fazer isso aqui, mas eu e sua avó falamos que era romântico e tudo mais. - Ela disse caminhando para o lado direito onde tinha um ofurô lindo fechado por parede de madeira, assim como alguns detalhes da casa.
- Mãe isso tudo é lindo! - Eu disse boquiaberta.
- Sim e eu vou arrumar tudo até sábado! Lógico que você só vai trazer Justin aqui depois do jantar, e vai venda-lo antes de subir aqui para o quarto, eu vou te ensinar umas coisinhas para essa surpresa! - Minha mãe dizia naturalmente, como se fosse uma amiga mais velha ajudando a mais nova o que era legal, não parecia muito mãe e filha e me dava uma tranquilidade maior.
Ela me mostrou o restante da casa, me mostrou a cozinha, já que domingo eu ficaria lá com Justin, eu já sabia cozinhar bastante coisa, mas ela me ajudaria durante a semana com novas receitas, me mostrou a piscina e a disse para que eu agisse naturalmente o restante da semana como se nada fosse acontecer, apenas o jantar na casa dele. O que seria difícil esconder, afinal eu tinha uma casa linda e ela seria a casa dos momentos mais especiais entre eu e meu namorado. Era incrível minha mãe me ajudar, outra mãe naturalmente chamaria a filha de louca em uma ocasião como essa, e faria de tudo para não acontecer nada, mas a minha mãe era diferente. Voltamos para casa, ela colocou o carro dentro da garagem porque já estava escurecendo e ela não iria mais sair, saímos com as sacolas e eu subi para meu quarto as escondendo no closet. Meu celular tocou e era Justin, ficamos conversando e eu tive que esconder e mentir sobre o meu dia, ele ficou falando sobre as coisas no colégio e que durante a tarde tinha ido a casa de Logan, que estavam querendo seguir com a banda e tudo mais, o que eu achei sensacional, não pelo fato de Logan até porque eu não o engolia muito bem, por mais que ele fosse legal comigo e ajudasse Justin, desligamos quando minha mãe disse para descer e ajuda-la com o jantar, onde Justin tirou sarro, mandando eu tomar cuidado para não queimar nada. Desci as escadas e minha mãe me ensinou a fazer um bolo de cenoura e chocolate receita simples e fácil, o bolo que eu mais gostava e achava que era um bicho de sete cabeças. Mas que na realidade era mais para um simples poodle toy. A semana passou mais rápida do que parecia, consegui esconder a surpresa de Justin, na sexta-feira fomos fazer compras eu e minha mãe, fizemos compras para casa, e para minha nova casa, compramos alguns eletrodomésticos, algumas panelas e pratos, coisas que toda casa precisa. Justin tinha ensaio com Logan então nem se importou que eu fosse ao supermercado com minha mãe sem ele. Depois das compras fomos até minha casa na montanha, onde estava tudo impecável, minha mãe tinha ido com uma diarista arrumar no dia anterior, e disse que durante o sábado a tarde ela iria ajeitar as coisas, começou a conversar comigo sobre o que fazer e tudo mais. E então depois de deixar as coisas e mudar outras coisas de lugar na qual eu achei que ficaria mais ao meu estilo, voltamos para casa, quando deu 23:55 liguei para Justin perguntando como foi o ensaio e tudo mais, uma desculpa para tirar a atenção dele até dar meia noite e ser a primeira a dar os parabéns. Quando deu exatamente 00:00 eu gritei no celular os parabéns e desejei tudo que há de melhor no mundo e disse que eu estava com saudades, ele dava risada com a minha animação toda, ficamos mais alguns minutos até que o pai dele o chamou, e ele precisou desligar, durante o dia ele iria a casa de uma tia e depois a noite jantaríamos na casa dos Bieber.
POV Justin

Durante a semana toda da véspera do meu aniversario, ensaiei com Logan, estávamos dispostos a ter uma banda, eu ia cair de cabeça na música novamente mas dessa vez seria em uma banda, o que era muito legal, meu pai tinha até se aproximado mais de mim. Era um sonho dele que ele conseguia ver realizado em mim, já que quando ele era mais novo o pai dele havia feito casar com minha mãe, e quando adoeceu jogou a responsabilidade das empresas nas costas dele. Sexta a noite, Caitlin me ligou e ficou comigo no celular até dar 00:00 eu sabia que ela faria aquilo ela queria ser a primeira a me dar os parabéns. Só desligamos quando meu pai me chamou em meu quarto, desci com ele até a garagem.
- Esta pronto filhão?- Meu pai perguntou.
- Depende... Pra que? - Eu perguntei duvidoso e meu pai riu acendendo a luz da garagem.
- NOSSA PAI! SÉRIO? - Eu perguntei com os olhos arregalados ao ver a Lamburguine preta em minha frente.
- Sim, você sempre quis um carro diferente... E então hoje é o seu dia, as responsabilidades crescem e eu acho que você esta pronto para essa responsabilidade! - Meu pai disse se referindo ao carro.
- Nossa pai, sério... Muito obrigado! Eu amei mesmo! - Eu disse abraçando-o e bobo de felicidade.
- Como eu disse, responsabilidade Justin! - Ele disse rindo.
- Sim pai! Terei muita responsabilidade pode ter certeza! - Eu disse chegando perto do carro.
Meu pai se sentou ao meu lado e começamos a conversar sobre as vantagens do carro, meu pai disse até que se eu fosse um cara solteiro, agora seguindo carreira na musica, e com um carro daquele eu iria viver com o carro cheio de mulheres, o que eu ignorei e disse para ele que a única mulher que eu poderia ter naquele carro seria Caitlin. Meu pai deu risada e disse que eu estava certo, quando se ama tem que se ficar com a garota que ama. Saímos do carro e fomos para o meu quarto onde meu pai contou um pouco sobre ele e minha mãe, de um jeito que eu nem fazia ideia, meu pai era apaixonado pela prima da minha mãe, e quando os pais dele e de minha mãe os juntaram foi difícil para ele e para prima da minha mãe se separarem, ele se casou com a minha mãe por negócios da empresa de meu avó, disse que de começo ele não gostava de minha mãe, que pensava muito na prima dela e tudo mais, mas quando a mulher que ele achava que amava sofreu um acidente e pediu para ele ser feliz com minha mãe, então ele resolveu se apaixonar forçadamente por minha mãe, foi quando eu nasci. E então ele disse que ama minha mãe, mas, não como amava a prima dela, disse que minha mãe sempre foi uma mulher incrível com ele, mas se eu realmente amasse Caitlin, que era para eu lutar e ficar ao lado dela, não deixar nada acabar com nosso relacionamento. Disse que ter varias é legal sim na juventude, mas quando vai se ficando velho, ou quando tem os problemas apenas uma aquela que te ama, estará ao seu lado segurando sua mão e fará até o impossível para ver o nosso sorriso.
Quando terminamos de conversar meu pai me deu boa noite e disse para não comentar o assunto com minha mãe, porque ela odiava essa historia, eu aceitei o seu pedido de silencio e ele disse que sairíamos cedo para casa de meus tios. Acordei com minha mãe me dando beijos pelo rosto todo desejando feliz aniversario e me mandando tomar banho para irmos para casa de meus tios, me levantei, tomei banho, escovei os dentes e voltei para o quarto onde tinha uma foto minha e de Caitlin sorrindo na mesinha ao lado de minha cama, sorri e agradeci a Deus por ter alguém como ela ao meu lado. De uma forma totalmente estranha nós nos completávamos e muito, e então liguei para ela só para dar bom dia e dizer que sentiria saudades dela durante o dia todo e que contaria os minutos para ve-la a noite. Ela conversava com a voz de sono ainda, e dizia as mesmas coisas que era para eu pensar nela durante o dia e para não olhar para as amigas de minha prima, o que me fez rir. O dia passou demoradamente e sempre é a mesma coisa quando a família de minha mãe se junta, meu pai e os meus tios conversando sobre futebol, lutas e essas coisas. Minha mãe e minhas tias conversando sobre culinária e moda. Era um saco não ter primo nenhum homem, apenas primas e as amigas oferecidas.
- Ei Justin... - Minha prima me chamou.
- Oi! - Eu disse.
- Acha que eu fico sexy com essa saia? - Minha prima perguntou com uma saia minúscula quase mostrando o útero.
- Não! Acho que para uma menina de 14 anos isso ta mais para vulgar! - Eu briguei.
- Ta com ciúmes de mim? E eu não tenho 14 eu tenho 16 anos! - Ela perguntou e reclamou e saiu andando para se trocar.
- Minha namorada tem 16 anos e não usa um negocio desses! - Eu continuei falando.
- Aposto que sua namorada não sabe o mínimo que eu sei! - Uma das amigas de minha prima disse sentando-se em meu colo.
- Aposto que ela te deixa no chão! - Eu disse empurrando ela de cima de mim e me levantando.
- Ora, Justin... Eu tenho 17 anos, sou amiga da sua prima a muito tempo... E você se lembra que nós brincávamos de médico não é? - Ela disse me lembrando que eu tive um caso com ela.
- Nós éramos crianças, era apenas brincadeiras! - Eu disse para ela.
- Brincadeira? - Ela perguntou passando a mão sobre meu peitoral. - Poderíamos brincar então, pois eu sei que sempre acendo um fogo, bem aqui. - Ela disse descendo a mão até meu pênis.
Ela tinha um corpo lindo eu não podia negar, e ela era muito boa na cama eu sabia disso e eu estava sem sexo a muito tempo, mas antes que meus pensamentos começassem a imaginar ela e eu, eu segurei seus braços e a afastei brutalmente.
- Eu tenho namorada! E eu amo ela... Será que dá pra entender que você é passado? - Eu disse saindo de perto dela.
- Todo passado volta de alguma forma Justin! - Ela disse rindo.
Fiquei perto de meu pai, estava irritado com as provocações de minhas primas e das amigas. Era um saco mesmo ser o único Bieber homem daquela geração de adolescentes. Eu agradeci mais uma vez a Deus em saber que a minha namorada não é como as minhas primas e as amigas delas.Caitlin sempre foi mais reservada, tínhamos conversas liberadas, conversávamos sobre sexo também, ela me provocava, mais nunca me provocaria com palavras sujas ou se modo sujo como eu estava sendo provocado naquele lugar. Quando uma de minhas primas me puxou para longe de meu pai, dizendo que tinha uma surpresa para mim, eu fechei a cara e fui com ela. Ela me levou até um quarto onde estavam todas juntas, minhas primas e as amigas delas somente de calcinha e sutiã. Gritando surpresa, que para minha surpresa antes que elas pudessem me agarrar o meu celular tocou eraCaitlin e então sai correndo daquele quarto, antes que meu corpo desse sinal de que precisava de toques femininos, afinal eu estava a muito tempo sem sexo. Mas não queria pensar em outra mulher, atendi o telefone e Caitlin estava toda empolgada, olhei para o relógio já eram 17:00 horas e dei graças por meus pais perceberem, continuei no telefone com Caitlin e quando me despedi, chamei meus pais para ir embora afinal o jantar era as 19:00 horas, e era junto com Caitlin, com a mãe, o pai e a mulher do pai dela. Meus pais despediram dos meus tios e tias e eu apenas acenei para todos como sempre de costume e sai sem falar nada para minhas primas e amigas, que ficaram furiosas. Talvez pelo fato, de eu não ceder dessa vez e não aproveitar a surpresa de aniversario, na qual eu achei ridículo, todas sabiam que eu estava namorando a mais de um ano, e no meu aniversario de 17 anos elas conheceram Caitlin. O caminho todo minha mãe veio brigando, falando que odiou ir a casa de meus tios e eu ter ficado com cara de jumento irritadinho de canto, eu apenas falei a verdade por ter ficado daquele jeito e ela se espantou ao saber. Meu pai apenas dava risada da situação. Quando chegamos em casa fui até o banheiro me olhei no espelho e logo entrei no banho, fiquei longos minutos debaixo da água corrente, pensando em tudo que meu pai me contou, em tudo que havia acontecido durante o dia, e o que poderia ter acontecido se Caitlin não tivesse me ligado, eu não saberia se seria capaz de ser fiel a ela com varias garotas me agarrando apenas de calcinha e sutiã, se eu tivesse cedido? Se euCaitlin não tivesse ligado? Eu não conseguiria olhar nos olhos de minha namorada nunca mais. Me despertei dos pensamentos quando ouvi uma batida na porta do banheiro e ouvi a voz de Caitlin, singela e calma o que me fez sorrir.
- Jubs amor... você esta bem? - Caitlin perguntou.
- Caith? Estou, já estou saindo! - Eu disse fechando o chuveiro
- Sua mãe disse que você esta ai dentro a quase uma hora! - Ela disse rindo.
E então abri a porta enrolado na toalha, pegando-a pela cintura a erguendo e dando um beijo demorado em seus lábios. Ela me deu um tapa no braço e separou nossos lábios.
- Bieber você esta molhado e esta me molhando! - Ela disse brava.
- Desculpa amor! Estava com saudades. - Eu disse colocando-a no chão e sorrindo ainda segurando em sua cintura.
- Eu também estava com saudades.. - Ela disse me empurrando me olhando e erguendo as sobrancelhas, dando algumas piscadas rápida
- O que foi? - Eu pergunte e então percebi que em tanto tempo de namoro Caitlin nunca tinha me visto só de toalha.
- Nada... - Ela disse se afastando e balançando a cabeça rapidamente em negativo. - Acho melhor você se trocar, eu estarei lá na sala com nossos pais. - Ela terminou saindo do quarto me fazendo rir.
Comecei a me arrumar e fiquei lembrando do jeito envergonhado de Caitlin e ria sozinho, minha namorada realmente era perfeitinha. Desci as escadas rapidamente, e então ela sorriu. Fui ao lado dela e dei um beijo em sua testa a abraçando.
- Que isso Justin... Que falta de educação é essa? - Minha mãe perguntou.
- Calma amor, nosso filho estava com saudades da namorada! - Meu pai me defendeu.
- Desculpa mãe! - Eu disse para minha mãe e logo fui cumprimentar a todos.
Fomos para a sala de jantar, onde jantamos e conversamos muito. Meu pai começou a conversar com o pai de Caitlin, sobre as empresas, sobre carros e então resolveu mostrar o carro que havia me dado. Puxei Caitlin junto para ir junto conosco até a garagem e parou durante o caminho me olhando.
- O que foi amor? - Eu perguntei a abraçando.
- Eu comprei um presente! - Ela disse sorrindo.
- Amor, eu disse que o meu melhor presente é você! - Eu disse dando um beijinho na ponta de seu nariz.
- Mesmo assim! Espera ai. - Ela disse tirando meus braço que estavam entrelaçados em seus quadris.
E logo voltou com uma caixa com um papel metalizado em tons de mel. Na certa para combinar com meus olhos. Ela me entregou e eu abri cuidadosamente para não rasgar o papel. Quando retirei o papel tinha uma caixa aveludada, e então abri e tinha um colar com um único pingente em forma de uma cifra musical e atrás da cifra havia uma frase.
"You are the music in me"
- Você que é a musica em mim! - Eu disse dando um selinho nos lábios rosados dela.
- É simples, mas quando vi achei que ficaria lindo em você! - Ela disse sorrindo e me fazendo sorrir.
- É lindo! - Eu disse colocando.
E então fomos até a garagem onde nossos pais estavam conversando sobre o carro. Caitlin fez caretas quando o próprio pai dizia que aquele carro renderia varias mulheres e festas inesquecíveis, logo ele pediu desculpas para a filha que fingiu não escutar. Eu abracei ela e disse em seu ouvido que a única mulher que eu queria estava ali comigo naquele exato momento, foi o que fez Caitlin sorrir. Voltamos para a sala onde minha mãe, a mãe deCaitlin e a mulher atual do pai de Caitlin conversavam como amigas intimas, nossos pais foram para o escritorio conversar sobre as empresas. Estávamos na sala quando Caitlin começou a falar.
- Mãe, Pattie... Posso roubar o Justin o resto da noite? - Caitlin pediu e me fez olhar para ela estranhando.
- Claro querida! - Minha mãe disse sem nem ao menos perguntar onde iríamos.
- Vai, se seu pai perguntar digo que foram dar uma volta na praça. - A mãe de Caitlin disse sorrindo.
Eu olhava para todas elas não entendendo nada, então Caitlin sorriu e estendeu as mãos para mim, eu peguei suas mãos e fui com ela. Ela começou a andar e foi até seu carro, antes dela entrar eu parei e a olhei.
- Onde vamos? - Eu perguntei.
- Tenho uma surpresa para você! Entra no carro se não eu vou sozinha... - Ela disse rindo e eu fiz o que ela mandou.
Ela ligou o carro, e começou a dirigir pelas ruas de Atlanta, ela saiu pela estrada e eu fiquei curioso de onde ela estaria me levando. Mas me mantive quieto olhando para ela que sorria lindamente. Quando ela entrou em uma entrada que dava em uma das montanhas eu não me contive.
- Então vai me contar onde estamos indo? - Eu perguntei.
- Calma Jubs... Estamos chegando já! - Ela disse rindo.
- Você me sequestra no meio do jantar do meu aniversario, me tira de Atlanta e não me fala onde vamos... - Eu dizia.
- Chegamos homem! - Ela disse rindo e abrindo um portão enorme com um controle.
- Ual, onde estamos? - Eu perguntei.
- Pra que tantas perguntas? Você esta completando 18 anos e não 8. - Ela disse rindo e parando o carro enfrente a uma casa toda de vidro.
- É que é estranho, minha namorada me fazendo surpresa. - Eu disse rindo.
- Bobo! Essa casa é minha! - Ela disse.
- Sua? - Eu perguntei.
- Sim , minha vó deixou pra mim antes de falecer e vê se não bate de cabeça ai em pelo amor de deus - ela disse rindo
- Não teve graça - disse fazendo bico
Caitlin, entrou pela porta de vidro e acendeu as luzes ela pegou em minhas mãos e subiu as escadas me levando até o primeiro quarto, e logo me levando até a sacada onde deparei com uma das paisagens mais lindas da minha vida. Dava para ver toda Atlanta daquela sacada. Ela me abraçou e me olhou.
- Lindo não é?- Ela perguntou.
- Muito! Isso sim que eu chamo de presente, ficar com a mulher que eu amo em uma noite especial e ainda ver todas as luzes assim...- Eu disse para ela.
- Que bom que gostou amor, porque eu vou pensar em você todas as vezes que eu vir aqui e olhar todas essas luzes. Por que é em você que eu encontro a minha paz, e mais lindo do que essa paisagem, são seus olhos. - Caitlin disse sorrindo.
- Mentira... Mais lindo do que essa paisagem é o seu sorriso, seus olhos... - Eu dizia olhando para ela e ela me deu um beijo carinhoso. E então senti ela passar uma venda em meus olhos e soltei seus lábios rindo
- Não tira! - ela disse rindo.
- O que é isso? Agora você vai me deixar sem ver você ou as luzes? - Eu disse rindo e então ela pegou minhas mãos e começou a andar comigo lentamente e com cuidado, me fazendo sentar. Eu pude jurar que era na cama.
- Espera só um pouquinho ta? - ela disse rindo. - E não tira a venda e nem tente olhar! - Ela terminou.
- Não vou sair daqui então. - Eu disse rindo.
E então fiquei sentado na cama, tentando imaginar o que ela havia comprado ou o que ela faria, estava tudo um tanto silencioso e eu estava louco para tirar aquela venda e ver o que ela estava aprontando, mas me mantive sentado e vendado. E então senti os labios de Caitlin encostarem nos meus, e logo sua língua pedindo passagem com o jeito todo carinhoso que só ela tinha, cedi a passagem e então ela segurou minhas mãos e me puxou devagar me deixando em pé e ainda me beijando, o nosso beijo começou a ficar mais quente, mais urgente, eu precisava tocar o corpo dela eu sentia essa necessidade, mas as mãos dela seguravam as minhas com força e ele mantinha ainda um espaço entre nossos corpos, ela parou o beijo do nada e soltou minhas mãos.
- Pode tirar a venda amor! - Ela disse.
Eu mordi o canto de meu lábio interno e tirei a venda deixando a cabeça para baixo ao tentar desatar o nó da venda. Quando consegui tirar a venda olhei para frente, Caitlin estava a alguns passos distante de mim, com um hobie preto me sorrindo sapeca. Eu olhei para ela sorrindo e mordendo os lábios. Ela se aproximou do pequeno radio que estava sobre uma mesa e o ligou. Tocava uma música e ela começou a dançar e rindo com algumas gargalhadas gostosas e fiz o movimento de dar um paço para frente e ela me olhou séria.
- Fica ai! - Caitlin disse rindo e eu apenas respirei fundo rindo com ela.
E então ela tirou o hobie preto, e minha risada simplesmente se transformou em um sorriso totalmente malicioso ao vê-la com um espartilho tomara que caia preto, com cinta liga em meias pretas que subiam até sua coxa e calcinha com um salto alto preto, ela viu meu sorriso com malicia e então começou a dançar com um pouco mais de sensualidade e mordendo os lábios. Eu apenas fiquei vendo-a dançar que simplesmente estava me deixando louco, os movimentos dela, o jeito que ela estava me olhando. Mordi meu lábio inferior com força e não queria piscar e então ela me olhou com um olhar profundo e me chamou com o dedo indicador, e eu não resisti e fui até ela parando em sua frente, ela levantou a cabeça dando um selinho em meus lábios e então passou suas mãos sobre meu peito e começou a dançar encostando seu corpo sobre o meu, me provocando e dessa vez eu não recuei eu estava hipnotizado com ela. Ela se virou de costas para mim, passando todo seu cabelo negro para um lado do ombro, subindo um de seus braços até minha nuca e fazendo movimentos sensuais, eu passei minhas mãos sobre sua cintura. E comecei acompanhar seus movimentos abaixando meu rosto sobre a curva de seu pescoço e dando leves selinhos. Ela postou sua cabeça sobre meu peito e virou o rosto lentamente para mim, eu fui beijando seu pescoço até subir no pé de seu ouvido e então depois encontrei sua boca. Ela se virou com delicadeza de frente para mim passando seus braços envolta de meu pescoço apertando minha nuca com os dedos e as unhas cumpridas, eu não estava mais contendo toda a vontade de toca-la, de fazê-la minha, só minha, apertei minhas mãos sobre seus quadris puxando para mais perto de meu corpo.
POV Caith 

Já estávamos no clima perfeito, estávamos ali em minha casa da montanha, pela primeira vez vi o olhar de desejo de Justin ao me ver com aquele espartilho, e ali estávamos nós em pé eu com minhas mãos envolta da nuca de Justin passando os dedos e brincando vez ou outra de apertar sua nuca, em um beijo totalmente fora do sério, quente e urgente, Justin puxou meu corpo para mais perto de seu corpo, como se fosse nos fundir junto. Suas mãos estavam em meus quadris e aos poucos foram subindo até minha cintura a apertando de um jeito como se nunca tivesse tocado antes. Ele dava breves apertos que faziam aquele momento ficar cada vez mais quente, ele subiu um pouco mais uma de suas mãos até meus seios e separou nossos lábios ainda com os olhos fechados procurando um pouco de ar na qual nossos pulmões estavam procurando
- Surpresa amor! - Eu disse dando um selinho em seus lábios fazendo-o sorrir.
- Você tem certeza Caith? - Ele perguntou sorrindo.
- Mais do que nunca! - Eu disse voltando a beija-lo.
Eu sabia o que eu queria, e sabia que ele queria mais do que eu. Desci minhas mãos até a barra de sua camiseta e comecei a puxa-la para cima ele a tirou e jogou para algum canto do quarto e me olhava com os olhos mel profundos com desejos, malicias, vontades. Ele passou a mão sobre meu rosto empurrando uns fios de minha franja para trás. Passei minhas mãos sobre seu peito totalmente definido, que eu não sabia como tinha ficado daquela forma, tinha visto primeiro na casa dele quando ele saiu do banho, mas agora era diferente eu não fugi envergonhada, apenas estava sentindo o coração dele pulsar mais forte a cada vez que nossos lábios se colavam. Justin desceu suas mãos sobre minhas coxas, abrindo tirando o fecho que ligava as meias no espartilho, puxei seu lábio inferior com o dente e o olhei, ele continuava com os olhos fechados e voltou a me beijar urgentemente, suas mãos subiram com velocidade até minha cintura e deram um impulso me erguendo, passei minhas pernas envolta de seu quadril e minhas mãos envolta de seu pescoço, as mãos de Justin desceram até minhas coxas. Ele me encostou nos encostou na parede, e começou a deixar o beijo mais profundo, um beijo mais quente e feroz, nossas línguas pareciam lutar, ele sugava meu lábio inferior com vontade e soltava, mas logo procurava novamente meus lábios, uma de suas mãos deixou meu quadril e subiu até minha nuca a apertando me fazendo soltar seus lábios e encostar a cabeça na parede com os olhos fechados, os toques de Justin ficavam mais intensos, os lábios dele desceram até meu pescoço e foram descendo até o colo de meus seios, o toque se seus lábios molhados sobre minha pele quente parecia dar choques e aquela era uma sensação que eu nunca tinha sentido, um misto de prazeres. Mordi meus lábios e com a cabeça ainda encostada na parede. Ele voltou a beijar minha boca, e começou a andar comigo até a cama, onde ele nos deixou cair devagar. Ele não parou nosso beijo nem por um segundo, uma de suas mãos, que estava em meu quadril desceu minha coxa a apertando e desceu até meus pés tirando a sandália e a jogando para algum canto do quarto, essa mão subiu novamente até minha cintura enquanto a outra mão fez o mesmo processo em minha outra perna. Então Justin separou nossos lábios e me olhou sorrindo descendo até minhas coxas dando leves selinhos, eu sentia um frio na barriga constante a cada toque de seus lábios em minhas coxas, e então ele começou a descer uma das meias, dando leves selinhos demorados a cada centímetro que ele descobria minha perna, ele foi tirando devagar até chegar em meus pés. Ele tirou e jogou para junto com as outras coisas onde eu não tinha noção de onde estaria. Ele fez a mesma coisa na outra perna, eu coloquei os braços para trás me ficando meio sentada e vendo ele voltar beijando cada pedaço de pele de minhas pernas assim como suas mãos deslizavam sobre elas. Ele sorriu quando me viu olhando cada mínimo detalhe que ele fazia. Ele passou as mãos por trás de minhas costas me fazendo levantar e ficar de joelhos assim como ele, nossos lábios voltaram a se juntar e então ele deslizou o pequeno zíper do espartilho o abrindo devagar e tirando-o, com facilidade. Ele passou suas mãos sobre minhas costas me causando arrepios. Eu desci minhas mãos até seu cinto abrindo-o na mesma velocidade lenta e jogando para um dos lados da cama, ele me deitou novamente e voltou a beijar meu pescoço, descendo até o meu colo e chegando em meus seios, onde ele parou e olhou por alguns instantes e depois olhou em meus olhos e sorriu, e então uma de suas mãos tocou um de meus seios enquanto seus lábios encontraram com meu outro mamilo rígido, um choque de sensações de vontades de simples prazer essa foi a sensação que senti quando ele começou a brincar com sua língua em meus seios, primeiro em um depois no outro, eu procurava o ar, que parecia não entrar mais em meus pulmões e soltava o ar em forma de breves gemidos nas qual eu não sabia como era antes disso tudo. Ele sorriu quando escutou o meu primeiro gemido e começou a descer os beijos por minha barriga aos poucos, ele brincou com os dedos entre o elástico de minha calcinha enquanto ainda explorava minha barriga com beijos. Ele se levantou e tirou a calça ficando apenas com a cueca boxer branca, eu me levantei e olhei para ele, sem ter noção ao certo do que estava fazendo, passei minha mão sobre o volume de sua cueca o que fez ele fechar os olhos, respirei fundo e abaixei sua cueca aos poucos até chegar ao seu joelho, eu sabia o que tinha que fazer, ele não sabia o que eu faria, e então segurei seu membro com uma de minhas mãos e passei a língua em sua glande o que fez ele gemer, estava fazendo certo pelo menos. Fiz alguns movimentos de subir e descer em seu membro com a mão e então coloquei em minha boca , era algo estranho de se fazer mas eu sabia de algum jeito como fazer, eu fazia movimentos de subir e descer sem tirar o membro dele de minha boca, só parei quando ele pediu para parar e tirou a cueca toda, ele nos deitou novamente colocando minha cabeça sobre o travesseiro, beijando minha boca de um jeito que jamais tínhamos beijado antes, ele voltou a fazer os mesmos movimentos, beijando cada parte de meu corpo quando chegou no elástico de minha calcinha ele não brincou com os dedos apenas a tirou devagar e a jogou para qualquer canto, e começou a beijar cada parte de minha virilha, outra sensação diferente e mais gostosa, ele encontrou meu clitóris e passou a brincar com sua língua nele. Era como se meu corpo todo tomasse um choque e esquentasse mais, meus pulmões pareciam não funcionar e os gemidos profundos saiam por minha boca sem que eu pudesse os controlar, Justin continuava com aquelas caricias os arrepios tomavam meu corpo, como se fosse correntes de energia passando por cada pedaço de pele minha, a sensação de quente e frio pareciam dominar meu corpo, minhas mãos só conseguiam agarrar os lençóis brancos da cama e minha coluna conseguiu se envergar, Justin parou e voltou a fazer o caminho de beijos sobre minha barriga, seios, pescoço e encontrou meus lábios novamente. Minha mão procurou a gaveta ao lado da cama a abrindo e pegando um preservativo. Ele separou nossos lábios e eu entreguei para ele. Ele rasgou o plástico protetor do preservativo com o dente e com rapidez colocou o preservativo. Ele me olhou e eu apenas acenei positivo com a cabeça, então ele arrumou seu membro colocando na entrada de minha intimidade e penetrando devagar, o que me fez segurar o ar dentro de meus pulmões. Ele me olhou fixamente.
- Você tem certeza amor? - Ele perguntou.
- Sim Justin! - Eu disse.
- Se doer me avisa ta bom?! - Ele disse preocupado e eu apenas acenei positivo com a cabeça.
Ele deitou seu corpo sobre o meu e voltou a me beijar, eu passei meus braços envolta se suas costas o beijando com toda a vontade que eu estava sentindo, e então ele começou a colocar cada vez mais eu senti uma dor, mas ao mesmo tempo sentia algo diferente como se eu precisasse que ele estivesse por completo dentro de mim, e então ele colocou o restante de seu membro dentro de mim o que me fez largar seus lábios e soltar um gemido de prazer e dor junto, franzindo o cenho.
- Esta doendo?- Ele perguntou preocupado.
- Não! - Eu disse em um sussurro.
- Então é isso amor... você não mais virgem! - Ele disse com um sorriso e me fez sorrir.
- Feliz aniversario Jubs! - Eu disse e voltei a beija-lo, e então ele começou a fazer movimentos de vai e vem.
Os movimentos causaram algumas dores pequenas, mas a sensação de prazer de algo que era bom era maior aos poucos a dor foi sumindo dando espaço somente para a melhor sensação que eu podia sentir, dos meus pensamentos só tinha aquele momento, Justin e eu. Os movimentos ficavam cada vez melhores e mais prazerosos, soltávamos gemidos juntos, quando senti um frio percorrer minha espinha, ao mesmo tempo meu coração pareceu acelerar mais e mais e o meu ar começou a faltar. Senti como se algo estivesse explodindo dentro de mim, senti meus dedos dos pés se contraírem, senti minhas mãos apertarem as costas de Justin e senti todo o ar de meus pulmões saírem de uma única vez, junto com o ar dos pulmões de Justin em um gemido uniforme, como se fosse o final de uma música. E então nossos corpos ficaram leves e Justin colocou nossas testas grudadas e me deu um selinho, ele ainda estava dentro de mim e me olhou nos olhos
- O... Obrigado amor! - Ele disse ofegando.
- Eu.. que... agradeço! - Eu disse ofegante no mesmo tom que ele e sorrindo.
- Não... Esse realmente foi... o melhor presente de aniversario de toda a minha vida! Ter você! Por inteira... De corpo, alma e coração! - Ele disse me dando um selinho e sorrindo.
Ele ficou alguns segundos sobre meu corpo e logo se levantou e foi até o banheiro, para jogar a camisinha fora, escutei um barulho de chuveiro. Justin no mínimo estava passando uma água em seu membro depois de tirar a camisinha. E então ele desligou o chuveiro rapidamente, e voltou para a cama e se deitou ao meu lado, eu me deitei sobre seu peito e escutava seus batimentos.

Continua ..
Oie espero que tenham gostado, talvez eu poste amanhã novamente e fiz esse capítulo bem grande porque talvez também eu fique um tempo fora , beijos e deixem a opinião de vocês nos comentários ou no meu ask